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Novas medições da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), divulgadas na madrugada desta quinta-feira (20/2), indicam uma redução no risco de o asteroide 2024 YR4 atingir a Terra em 2032. Depois de as chances atingirem 3,1% na terça-feira (18/2), a probabilidade de o pedregulho bater no nosso planeta daqui a sete anos, mais especificamente em 22 de dezembro, caiu para 1,5%. Ou seja, uma em cada 67 aproximações da rocha.
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O asteroide, no entanto, segue no nível 3 na escala de Torino, que mede o risco de impacto em consideração com a força de energia liberada em caso de impacto em um cenário de até 100 anos no futuro. Essa possibilidade, embora considerada baixa — existem 98,5% de chances do asteroide não bater na Terra —, levou à ativação do protocolo de defesa planetária.
Na escala de Torino, o nível 0 é para asteroides que não apresentam risco, não têm chances significativas de impacto ou não são grandes o suficiente para atravessar as camadas da atmosfera. Já o nível 10 é caracterizado por asteroides de colisão certa e de potencial de destruição a nível global, podendo colocar a humanidade em risco.
Geralmente, as probabilidades de impacto são maiores no início, mas ao longo do tempo chegam a zero, o que faz com que o YR4 esteja fora da margem natural. Mas, com esse porte, o YR4 pode causar danos graves no local de impacto e arredores, porém, em média, um assim só cai a cada poucos milhares de anos.
A área de possível impacto ainda é bem ampla. Vai da América do Sul (com chance maior para Equador, Colômbia e Venezuela), ando pelo Oceano Atlântico, até a África, Iêmen, Omã, Índia e Bangladesh. Os cientistas também alertam que não há motivo para pânico, afinal ainda são necessárias muitas observações. Nem o tamanho do asteroide se sabe ao certo, seria algo com um diâmetro entre 40m e 90m, com altura estimada de um prédio de 18 andares.
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